BOLSAS, BOLSINHAS E ....BOLSAS GRANDES !!!!
Recentemente, veio à tona mais um “pequeno deslize” de nossos parlamentares. (oh! meu Deus! Fingirei surpresa!!!! ) : Isso não é normal !!!!! O que teria ocorrido com nossos probos representantes no Congresso Nacional?!!??? Justamente eles que estão lá apenas para servir ao povo (os 179.999.000 otários)que os elegeu , com dignidade, sacrifício e denodo, acabaram “decolando” na maionese.
Quer dizer que existe também o programa Bolsa-avião? Além do auxílio paletó, auxilio moradia, plano de saúde com uma unidade avançada do INCOR, verba de representação, verba de manutenção do gabinete em Brasília alem de outro em seu estado de origem, barbeiro, refeição, roupa lavada, cama mesa e banho? E o salário, ÓÓÓÓ, é grande pra cacete, meu.
O senador Garibaldi Alves autorizou a transferência da cota NÃO UTILIZADA da verba de passagens (118 mil reais) do senador Jefferson Peres para a viúva deste!!!!!! P que o P ....!!! É gozação. O cara tem uma verba para utilizar a serviço, morre e obviamente não prestou o tal de serviço, e a viúva tem direito a engordar a sua conta bancária por isso !!!! Tenho certeza que o excelente J.Peres, um dos melhores políticos que este país já teve, deve ter se revirado na tumba. Ele seria o primeiro a se levantar contra esse absurdo. Agora, que poder tem esse Garibaldi para pegar o meu, o seu, o nosso suado dinheirinho, ou melhor, dinheirão( 118 mil), e com uma canetada transferi-lo para quem quer que seja? Pombas. Aquilo lá virou zona? Antes tivesse virado. Seria mais respeitável. Pelo menos teria regras mais claras e rígidas.
No Brasil criou-se uma cultura de “benefícios” com a qual nunca concordei. Sou contra os “vale-transporte”,“vale-refeição”,vale-alimentação”, “cesta-básica”, e outros que-tais. Acho isso tudo um paternalismo inócuo. Nunca gostei da idéia de receber uma cesta-básica, na qual o meu patrão é que decidiu que marca de café eu vou tomar, qual leite em pó é melhor para meus filhos, o tipo de arroz que devemos comer , a bolacha que iremos gostar, a farinha de milho que temos que engolir. E o pior, a quantidade de cada um desses itens! Na sua casa ninguém gosta de fubá? Dane-se. Vem um quilinho todo mês. Pô! Nós temos discernimento. Manda a grana que nós compramos o que nos apetece, na quantidade necessária. A justificativa é que o cidadão gasta todo o salário no boteco e não leva comida para casa. Assim, pelo menos a alimentação da família está garantida. Balela. Primeiro, a quantidade e a variedade nunca são adequadas. Uma família sem crianças recebe leite em pó, outra de desdentados, recebe rapadura. Segundo, o comércio paralelo de cestas básicas é muito maior do que se pensa. O (sem duvida, mau) cidadão, pega sua cestinha e dirige-se ao boteco mais próximo, onde a troca por bebidas com o (péssimo) comerciante. E isso acontece com o vale transporte, refeição, alimentação, etc, etc.etc. Tem até bancas de camelôs comercializando esses “ benefícios” em plena rua!!!!
Dá a grana pro peão. Se ele quiser jogar no bicho, se afogar num oceano de cachaça, problema dele. Se ele vai trabalhar a pé, de ônibus, ou com uma Ferrari, a escolha é livre. Se ele vai comer no “sujinho”, no Dinho¨s Place(ainda existe?) ou levar a famosa marmitinha disfarçada de queijo(fiz muito isso)com ovo frito e arroz, é sua opção.
Assim também deveria ser no Congresso Nacional e em todas as câmaras, estaduais e municipais. Aumentem-se os salários desse povo todo. Vamos dizer, uns 200 mil por mês para cada senador, não seria um belo salário? Digamos 150 mil para o cargo de deputado não estaria bom? E com direito a um mês de férias por ano, mais Décimo terceiro salário, além do FGTS e atendimento de graça pelo SUS!!! Mas seria só. Nada de salário desemprego. Não foi re-eleito, dançou. Mas durante seu mandato, quer contratar 200 assessores? Pode. Mas tem que pagar do bolso. A esposa ou marido não gostou da decoração do gabinete? Vai na Daslu e manda trocar tudo. Do próprio bolso. Comeu uma tapioca? Maozão na carteira. Férias no Caribe? Ótimo. Parcele no seu cartão em até 10 vezes. Barbeiro, manicure, massagista? Manda bala, quantas vezes quiser, desde que seja às suas custas.
Nós, contribuintes, afinal continuaremos a pagar a conta, mas pode apostar, vai ficar muito mais barato.
Ou então, locupletemo-nos todos. Lula. Solta aí o “B....ão Corporativo” para nós, os demais 179.999.000 brasileiros que ainda não o tem. Aí, você poderá dizer, de boca cheia: “ Nunca antes neste país..........”
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